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Estrela dourada

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Poder total Incorpóreo Origens de Guilenor
























Zaros cabeça
Zaros
Zaros Full Power
Símbolo
Zaros símbolo
Género Masculino
Ideais Destino e Controlo
AKA Lorde Vazio
Raça Deus jovem original, criado por deuses anciões.
Classe de deus 2 (Com Corpo) 2.5 (Sem Corpo)
Cores Púrpura, dourado, preto e cinzento
Adjetivo Zarosiano
Zaros (incorpóreo) cabeça
Zaros
Zaros Incorpóreo
Símbolo
Zaros símbolo
Género Masculino
Ideais Destino e Controlo
AKA Lorde Vazio
Raça Deus jovem original, criado por deuses anciões.
Classe de deus 2 (Com Corpo) 2.5 (Sem Corpo)
Cores Púrpura, dourado, preto e cinzento
Adjetivo Zarosiano
Zaros (Um Templo em Senntistein)
Zaros
Zaros
Símbolo
Zaros símbolo
Género Masculino
Ideais Destino e Controlo
AKA Lorde Vazio
Raça Deus jovem original, criado por deuses anciões.
Classe de deus 2 (Com Corpo) 2.5 (Sem Corpo)
Cores Púrpura, dourado, preto e cinzento
Adjetivo Zarosiano

























Zaros é um deus jovem, que representa ou defende o destino e o controle; cuja chegada em Guilenor marcou o início da Segunda Era. Durante esta era, ele governou um vasto império que se estendia desde a Montanha de Gelo no oeste de Asgarnia até Canifis em Moritânia ao leste e de Ghorrock no extremo norte da Terra Selvagem até Ullek no extremo sul do deserto. Desde sua chegada, que ocorreu após Guthix entrar em seu primeiro grande sono, até seu declínio após a traição de Zamorak, ele foi o mais poderoso deus conhecido em Guielinor, além de Guthix, tanto em poder pessoal quanto na quantidade de terras que ele dominava. Zaros é associado às Magias Antigas e Maldições Antigas, assim como à guerra e conquista em virtude de suas ações em Guilenor . Apenas recentemente, no ano 169 da Quinta Era, Zaros restabeleceu contato com seus seguidores em Gielinor.

Zaros é um deus puro, isto é, ele não usufriu de nenhum método conhecido para alcançar a divindade, dentre estes listados:

  • Assasinando outro deus para adquirir poder.
  • Abusando dos poderes de um artefato divino.
  • Absorvendo uma forte carga de energia proveniente do Anima-Mundi.

Do contrário, Zaros foi criado por um dos cinco deuses anciões e encarregado de determinada tarefa (que seria o objetivo de Zaros, ainda desconhecdido). É provável que o ancião que deu vida á Zaros tenha sido o mesmo que criou a dimensão de Freneskae.


Zaros está de volta conceito 2

Arte conceitual de Zaros sem um corpo.

Zaros chegou em Gielinor após Guthix ter se recolhido sobre a terra. Consequentemente, Guthix sempre desconheceu a existência dele, até a morte. Após sua chegada, Zaros persuadiu os Mahjarrat, uma poderosa raça quase imortal, a juntar suas forças a ele. Os Mahjarrat serviam anteriormente Icthlarin, um dos muitos deuses do panteão do deserto. Zaros conquistou boa parte de seus territórios graças à assistência dos Mahjarrat, ganhando muitos seguidores mais. Ele chegou a fundar muitas cidades, com destaque para Senntisten, um intricado complexo de templos e cidades que tornou-se a capital de seu império. Seu império ruiu, porém, quando Zaros foi traído e banido pelo seu general favorito, Zamorak.

Hoje em dia, seguidores de Saradomin e Zamorak consideram Zaros um adversário maligno. Outros, tais como os habitantes dos desertos e alguns Mahjarrat, ainda adoram Zaros como seu deus. Atualmente, não há pistas certas sobre o que prega a doutrina zarosiana ou o que ele planeja, a não ser que o jogador fará parte de seus planos para o futuro. Isso pode ou não envolver o futuro Ritual Mahjarrat.

O Império

Arte Conceitual de Zaros

Arte Conceitual de Zaros.

Ao longo dos 2,000 anos de duração da Segunda Era, Zaros construiu o maior e mais esplendoroso império que já existiu. Suas fronteiras iam desde a Montanha de Gelo no oeste de Asgarnia até toda a região norte da atual Moritânia ao leste e do extremo norte da atual Terra Selvagem até o extremo sul dos desertos, englobando cerca de um terço de todo o continente. Todos os outros deuses e raças temiam o majestoso império zarosiano.

O império, por sua vez, tinha seus pólos em oito poderosas fortalezas, todas consideradas indestrutíveis na época, de vital importância para proteger o império contra ataques. As fortalezas eram:

  • Senntisten: a capital e jóia do império de Zaros. Senntisten era um gigantesco complexo de cidades, templos e fortalezas todas dedicadas a Zaros, que se juntavam numa única cidade-fortaleza. Se estendia desde a atual vila de Fronteiriça até a entrada de Moritânia, até hoje a maior cidade que já existiu. O Mahjarrat Azzanadra, principal seguidor de Zaros nos dias atuais, descreve Senntisten como uma cidade maravilhosa e esplendorosa, com fortalezas indestrutíveis e templos majestosos dedicados a Zaros. Após a queda de Zaros, Senntisten resistiu por mais de 3,000 anos contra ataques conjuntos das forças de Zamorak e Saradomin. No ano 3740 da Terceira Era, porém, um ataque conjunto de forças saradoministas enfraquecem as defesas da capital, que finalmente sucumbe a um ataque das forças zamorakistas. Após conquistar a cidade, o exército de Zamorak extermina boa parte da população ainda fiel a Zaros. Em 3804, os saradoministas conquistam a cidade e a destroem por completo. Como tentativa de apagar a memória de Senntisten, eles constroem Saranthium sobre as ruínas da cidade. Saranthium, porém, é abandonada no começo da Quarta Era. Hoje no local se situa o sítio de escavação. A cidade de Varrock está onde outrora ficava o centro de Senntisten.
  • Paddewwa: a fortaleza de Paddewwa ficava aproximadamente no centro do império de Zaros e na borda noroeste da capital Senntisten, sendo de vital importância para conectar as diferentes partes do império e manter a comunicação. Quando foi destruída durante as Guerras Divinas, suas ruínas permaneceram no local até o começo do ano 169 da Quinta Era, quando o rei Roald III de Misthalin ordenou a reconstrução da cidade, até então conhecida como cidade fantasma, no que hoje é a vila de Fronteiriça.
  • Kharyrll: a fortaleza de Kharyrll ficava na entrada de Moritânia, protegendo a porção do império zarosiano no norte da região, que por sua vez fazia fronteira com o reino dos Icyene ao sul. Após ter sido destruída na Terceira Era, uma população de lobisomens construiu uma cidade sobre suas ruínas que permanece até hoje como a vila de Canifis.
  • Lassar: a fortaleza de Lassar, famosa por suas imensas espirais, conforme descrito por Azzanadra, se situava no topo da atual Montanha de Gelo, no oeste de Asgarnia, servindo provavelmente como posto de observação contra invasões vindas da fronteira oeste do império. O reino de Asgarnia na Segunda Era tinha um clima muito mais frio do que hoje, sendo quase que completamente coberto por neve. Hoje, porém, a única região que permanece coberta por neve é a Montanha de Gelo, onde a fortaleza de Lassar ficava. Hoje não sobraram nem sequer ruínas da antiga fortaleza.
  • Dareeyak: Dareeyak era uma das fortalezas de Zaros que permaneciam na atual região da Terra Selvagem, que durante o reinado de Zaros era um verdadeiro paraíso natural. Dareeyak ficava próxima da fronteira oeste da Terra Selvagem e quando foi destruída durante as Guerras Divinas, suas ruínas ainda foram habitadas por um grupo de fazendeiros, que reconstruíram uma vila no local. A vila, porém, também foi destruída e suas ruínas permanecem lá até hoje.
  • Carrallangar: Carrallangar também era uma das fortalezas zarosianas na região da Terra Selvagem. Hoje suas ruínas permanecem no local como o Cemitério das Sombras, situado entre o vulcão da Terra Selvagem e a Guerra de Clãs.
Annakarl

As ruínas de Annakarl

  • Annakarl: situava-se no nordeste da Terra Selvagem até ser destruída como todas as outras fortalezas. Parte das ruínas de Annakarl ainda permanecem no local como as Ruínas Demoníacas, habitadas por demônios.
Ghorrock

A entrada de Ghorrock

  • Ghorrock: a única das fortalezas zarosianas que ainda permanece intacta. Não se sabe o porquê de Ghorrock não ter sido destruída como as demais, possivelmente foi devido ao seu isolamento do mundo por se situar numa região afastada. Localizada no extremo noroeste da Terra Selvagem, a fortaleza permanece atualmente quase que inteiramente congelada e coberta por neve, abandonada por seus habitantes. Os únicos seres que habitam a fortaleza são dragões de aço na parte externa e demônios do gelo no seu interior.

Após a derrota de Zaros, os deuses Saradomin e Zamorak se aliaram para destruir o remanescente do império e tentar apagar sua memória do mundo. Uma a uma, as fortalezas caíram para as forças invasoras. Apenas Ghorrock permaneceu intacta embora tenha sido abandonada posteriormente. Senntisten ainda resistiu por mais de três milênios, até finalmente sucumbir já na segunda metade da Terceira Era. As forças saradoministas, porém, fizeram o possível para apagar os vestígios da capital zarosiana construindo a cidade saradominista de Saranthium sobre suas ruínas. Na Quinta Era, arquéologos vasculham o local no atual sítio de escavação em busca de relíquias. O jogador, durante a missão Sítio de Escavação descobre um templo no subterrâneo dedicado a Zaros. Durante a missão Missão Um Templo em Senntisten, o templo do sítio de escavação é reconstruído, o jogador visita a fortaleza de Ghorrock e o contato com Zaros é restaurado através de um portal de comunicação dentro do templo.

Religião

Cajado ancião
Altar de zaros em jaldraocht

Altar de Zaros na pirâmide de Jaldraocht

Por ser o deus do controle e do destino e apesar de ter seus objetivos destintos, supoem-se que os objetivos de Zaros se colocam em controlar a vida dos mortais, de forma que a vida deles seja equilibrada, mas não de uma forma livre, e sim controlada. Esse controle vai contra a liberdade e equilíbrio atribuídas por Guthix em sua doutrina, então é pressuposto que o equilíbrio não está em Zaros.

O símbolo de Zaros é um círculo com uma cruz equidistante e inclinada no centro, geralmente encontrado na cor roxa, embora também seja visto na cor azul-clara dentro do templo do sítio de escavação. A cor relacionada a Zaros é principalmente a cor roxa, embora o seu templo em Senntisten também seja decorado com as cores preta, bege e azul-clara.

Originalmente Zaros foi adorado por um império desconhecido na região leste e central do RuneScape; entretanto, esse império foi completamente destruído por Zamorak e Saradomin, que fizeram o possível para apagar todos os seus vestígios. Como consequência, todos os traços da religião Zarosiana, tais como templos e altares, foram destruídos por Zamorak e Saradomin e esquecidos pelo tempo e quase todos os antigos servos de Zaros foram mortos ou se converteram. Apenas dois altares dedicados a Zaros conhecidos permanecem: um abaixo do sítio de escavação e outro no templo de Azzanadra na pirâmide de Jaldraocht.

Devido a um esforço deliberado por parte da Jagex, muito pouco se sabe sobre os ensinamentos do próprio Zaros. Como resultado, jogadores que se dizem Zarosianos frequentemente não sabem que doutrina especificamente seguir. Há uma polêmica muito grande sobre o fato de Zaros ter sido uma entidade benevolente - como Saradomin e Armadyl - ou malevolente - como Zamorak e Bandos.

Enquanto todos os deuses pregam uma doutrina específica, (Saradomin prega a ordem, Zamorak prega o caos, Guthix prega o equilíbrio, Bandos prega a guerra, Armadyl prega a justiça, etc.) não se sabe o que pregava o deus Zaros. Há apenas especulações baseadas nas poucas evidência disponíveis, ou seja, não há qualquer prova conclusiva de que Zaros teria sido um deus bom ou mal. A seguir, evidências que sugerem que Zaros teria sido uma entidade malevolente ou benevolente:

Evidências de que Zaros teria sido uma entidade benevolente:

  1. Os seguidores de Zaros são geralmente mais gentis com o jogador do que os de Zamorak: Ao longo do jogo, os seguidores de Zaros, tais como Akthanakos, Azzanadra, Jhallan e Eblis, tendem a ser mais gentis com o jogador e recompensá-lo generosamente. Azzanadra, por exemplo, ensina ao jogador as Magias Antigas e Maldições. Entretanto, também é possível argumentar que os Zarosianos só são gentis porque o jogador escolhe ajudá-los a favor de seu deus. Nota-se que Hazeel, um seguidor de Zamorak, também recompensa o jogador caso ele ajude a ressuscitá-lo na missão O Culto de Hazeel.
  2. Há provas de que Zaros teria sido gentil e atencioso com seus seguidores: O império de Zaros foi o maior império que já existiu, e aqueles que moravam em seu império tinham vidas prósperas. Além disso, Zaros é conhecido por ter recompensado generosamente aqueles que lhe serviam bem. Zamorak, que posteriormente trairia Zaros, foi rapidamente promovido ao prestigiado cargo de general por sua proeza em batalha.
  3. Jagex constatou que Zaros não é mal: esta é uma frase equivocada, mas que implica que Zaros não teria sido malevolente. O que a Jagex disse, de fato, foi que "Zaros não é o deus do mal." Porém, isso não significa necessariamente que ele não era mal. Zamorak e Bandos são considerados deuses malevolentes pela maioria, mas nenhum deles também é o deus do mal.
  4. A Terra Selvagem era um paraíso natural sob o comando de Zaros, enquanto que sob o comando de Zamorak virou uma terra devastada e destruída: há inúmeras provas e testemunhos que confirmam que a Terra Selvagem, quando fazia parte do governo de Zaros, era uma terra próspera e paradisíaca, com florestas e cidades majestosas, o que não parece o território de um deus cruel e malevolente, também visto durante um corte de cena na missão Missão Ritual do Mahjarrat.
  5. Zaros permite que o jogador faça uso de seu poder na forma de maldições: isso demonstra a generosidade e preocupação que Zaros tem com a segurança do jogador. Entretanto, Azzanadra sugere que o único motivo pelo qual Zaros permite o uso de maldições pelo jogador é porque ele precisará do jogador para seus planos futuros, o que não significa que ele realmente se preocupa com sua segurança.

Evidências de que Zaros teria sido uma entidade malevolente:

  1. Juna afirma que o retorno de Zaros ajudaria a restaurar o equilíbrio: após a missão Missão Um Templo em Senntisten, Juna diz ao jogador que Zamorak é um 'falso deus' e que o retorno de Zaros em seu lugar ajudaria a restaurar o equilíbrio natural. Superficialmente, isso aparenta sugerir que Zaros deseja o equilíbrio, entretanto, após uma análise mais cuidadosa, permite concluir que na verdade Zaros é uma entidade malevolente, já que Zamorak age como uma contrabalança a Saradomin, uma entidade geralmente considerada como benevolente. Já que Juna sugere que Zaros, ao retomar sua posição no lugar de Zamorak, ajudaria a restaurar o equilíbrio, isso sugere que Zaros seria uma contrabalança melhor a Saradomin. De maneira a contra-balancear uma entidade benevolente, Zaros teria que ser malevolente, já que Juna afirma que "o equilíbrio jaz na justaposição de forças opostas." Entretanto, também pode ser argumentado que o que Juna quis dizer é que o retorno de um deus verdadeiro, Zaros, no lugar de um "falso deus", Zamorak, é o que traria de volta o equilíbrio. O grande problema desta teoria é a constatação de que, pelos atos genocidas, arrogantes e cruéis, Saradomin não é de fato uma entidade benevolente.
  2. Os seguidores de Zaros eram criaturas de natureza nefasta: este é um dos argumentos mais consistentes. Sabe-se que os seguidores de Zaros consistiam primariamente de vampiros, demônios, Mahjarrat e outras raças de natureza nefasta e malevolente. Entretanto, pode-se argumentar que Zaros simplesmente teria chegado num período onde todas as outras raças já houvessem se aliado a outros deuses.
  3. Zaros tinha uma relação no mínimo desamigável com Saradomin: Saradomin, apesar de sua arrogância e métodos polêmicos, é geralmente considerado uma entidade benevolente. Além do mais, seus seguidores consistiam em algumas das raças mais puras da Segunda Era, tais como os Icyene, os unicórnios e os centauros. Entretanto, sabe-se que Saradomin não se dava muito bem com Zaros, embora tivesse relações pacíficas com o deus. Imediatamente após Zaros ter sido derrotado e Zamorak ter se tornado um deus, Saradomin se aliou a Zamorak para destruir o império de Zaros, o que implica que Zaros teria uma doutrina oposta a de Saradomin para o deus da ordem se comportar como se tivesse tanto ódio por Zaros.
  4. O Livro Antigo é descrito como "profano": o Livro Antigo, que é o livro de oração de Zaros, é descrito como "o profano livro de um deus esquecido". O único outro livro que também é descrito como "profano" é o de Zamorak. Mesmo o livro de Guthix, que é o deus do equilíbrio e portanto, nem bom nem mal, é descrito como "sagrado". Porém, argumenta-se que a palavra 'profano', apesar de denotivamente significar o contrário de 'sagrado', não significa necessariamente que é do mal.
  5. Os seguidores de Zaros usam maldições: de maneira geral, maldições são associadas a seres malevolentes. Como Zaros requer que o jogador esqueça as orações, associadas ao bem, para substitui-las por maldições, isso pode implicar que Zaros tem uma natureza nefasta.
  6. Zaros parece ter tido relações desamigáveis com os outros deuses: Larissa, uma saradominista da Segunda Era, afirma que todos os deuses tinham um acordo para ajudar uns aos outros caso Zaros invadisse o território de qualquer um deles. Viggora, um guerreiro zamorakista da Segunda Era, diz que os deuses detestavam Zaros e invejavam seu poder, pois pelo que se sabe, Zaros tinha uma supremacia sobre os demais deuses quanto à vastidão de seu império e poderes pessoais. Embora Saradomin e Zamorak tivessem sido os únicos deuses a se aliar para destruir os seguidores de Zaros durante a Terceira Era, nenhum dos outros deuses parece ter protestado contra suas ações ou ter oferecido sua proteção aos zarosianos. Um problema desta teoria é que poucos deuses podem ser considerados com boas intenções, o que implica que eles poderiam ter odiado Zaros pelo sentimento de inveja.

Evidências de que Zaros teria sido uma outra entidade:

  1. Existe uma marcação feita no Livro dos deuses em que o jogador prega dizendo "Lutar contra a Opressão com sabedoria", sendo que ele poderia ser um deus da liberdade e rebelião, já que ele era também conhecido pelo seu exército.
  2. Na missão Tesouro do deserto vê se os 4 diamantes que são as 4 magias, na parte do diamante da sombra, precisa-se de um anel para enchergar o calabouço invisível com o anel da visibilidade, e ele não ia fazer um anel para enchergar o que não pode, já que lançou uma maldição (veja abaixo), uma indicação de que ele seja o deus dos fantasmas.

Traição

Contexto O império zarosiano estava em seu auge no fim da Segunda Era. Durante seus mais de 2,000 anos de estada em Guilenor, Zaros construiu o maior e mais próspero que o mundo já vira até os dias de hoje, englobando cerca de um terço de todo o mundo conhecido e pondo os outros deuses na sombra. Todos os outros deuses presentes em Guilenor na época, Saradomin, Armadyl, Bandos e os deuses do panteão desértico, dentre outros, temiam imensamente o poder de Zaros e o detestavam por isso. Embora possuíssem muitos seguidores e terras, nenhum deles era páreo para o Lorde Vazio, como era conhecido Zaros.

Senntisten era a jóia do império. A cidade-fortaleza se estendia desde o limite entre Asgarnia e Misthalin, nas proximidades de Fronteiriça, até o norte de Moritânia. Suas torres, fortalezas e templos imensos assombravam todos aqueles que iam até a capital do império zarosiano. As fortalezas nos limites do império, Ghorrock, Paddewwa, Lassar, Dareeyak, Annakarl, Kharyrll e Carrallangar, garantiam a segurança dos zarosianos contra qualquer possível invasão. Zaros estava em seu auge, seu império era indestrutível e parecia que ia resistir para sempre contra o tempo.

Cajado de Armadyl

Cajado de Armadyl

Foi neste cenário que uma série de eventos levou à traição de Zaros pelo seu melhor general, Zamorak, e à gradual destruição de seu império e seguidores, que o levariam ao esquecimento quase total.

Zamorak, na época um Mahjarrat e, portanto, mortal, havia sido promovido ao prestigiado cargo de general por Zaros devido à sua proeza em batalha, rapidamente ganhando prestígio, embora nunca tenha conquistado totalmente a confiança de seu deus. Tudo começou quando o Cajado de Armadyl, a poderosa relíquia pertencente ao deus da Suprema Justiça, Armadyl, foi roubado. O Cajado é conhecido por conferir poderes quase infinitos a quem o usar, igualando-o a um deus.

O Cajado de Armadyl

Valdez, o Explorador

Valdez o explorador
Guardado pelos Guardiões de Armadyl, o Cajado foi encontrado pelo explorador saradominista Valdez, que estava explorando quando encontrou um templo abandonado e em seu interior, a poderosa relíquia. Valdez pegou o Cajado e correu para entregá-lo a Saradomin que, segundo ele, poderia usar o Cajado para aumentar seu poder e influência sobre Guilenor.


Rennard, o Ladrão

Rennard o ladrão
Infelizmente, porém, o comportamento suspeito de Valdez chamou a atenção de Rennard, um habilidoso ladrão. Rennard ataca Valdez na cabeça, fazendo-o desmaiar e rouba a mercadoria que ele levava consigo. Ao ver que o que Valdez carregava era uma relíquia de natureza divina, Rennard tenta vender o Cajado a Zaros, por ser, segundo o próprio Rennard, o deus mais poderoso e rico da época.

Kharrim, o Mensageiro

Kharrim o mensageiro
Para vender o Cajado, Rennard contata Kharrim, um mensageiro que servia ao então general de Zaros, Zamorak. Ele diz a Kharrim que obteve a posse do Cajado de Armadyl do explorador saradominista Valdez e que pretende vendê-lo a Zaros. Kharrim, então, leva o Cajado até o general Zamorak no acampamento dos Mahjarrat, que então serviam ao deus Zaros.


Lennissa, a Espiã

Lennissa a espiã
Lennissa era uma espiã saradominista infiltrada nas fileiras de Zaros, mais especificamente no acampamento dos Mahjarrat. Quando Kharrim chega no acampamento com o Cajado de Armadyl e o entrega a Zamorak, Lennissa manda uma mensagem ao seu superior, o mago saradominista Dhalak, relatando o acontecido e pedindo que Dhalak informe ao próprio Saradomin para que ele intervenha.


Dhalak, o Mago

Dhalak o mago
Dhalak, o imediato superior de Lennissa nas fileiras de Saradomin, recebe a mensagem. Mas ao envés de passar a mensagem a Saradomin, ele decide ajudar na rebelião pois, segundo ele, na época Zaros era um poderoso rival de Saradomin e caso Zaros fosse derrotado pelos rebeldes, Saradomin poderia se tornar mais poderoso. Porém, ele afirma que se soubesse dos problemas que Zamorak traria a Saradomin no futuro, ele jamais teria contribuído com a rebelião. De maneira a ajudar, Dhalak lança um feitiço no Cajado de Armadyl para disfarçar seu poder divino da percepção dos deuses. Caso contrário, Zaros teria sentido a presença do artefato e teria impedido a rebelião.

Viggora, o Guerreiro

Viggora o guerreiro
Viggora era o mais valioso guerreiro humano do exército do general Zamorak. O guerreiro zamorakista afirma ter participado da rebelião contra Zaros e conta detalhadamente como ocorreu: de posse do Cajado de Armadyl, Zamorak reúne seus principais aliados, os Mahjarrat que se aliaram a ele, com destaque para Hazeel, Zemouregal e Bilrach, além do vampiro Lorde Drakan e o demônio Thammaron. Ele vai com seus principais seguidores para a principal fortaleza de Senntisten, onde estava o deus Zaros, sob o pretexto de discutir planos de guerra. Enquanto seus seguidores lutavam contra os guardas pessoais de Zaros, Zamorak entra na sala do trono para batalhar pessoalmente contra o seu deus.

A Batalha

Zamorak pega Zaros de surpresa e o atinge nas costas com o Cajado, enfraquecendo bastante seus poderes. Mesmo enfraquecido, a traição pareceu apenas enfurecer o Lorde Vazio, que contra-ataca com uma fúria imensa. Embora Zamorak fosse considerado imbatível nas batalhas, ele ainda era mortal e não era páreo para um deus. Viggora descreve a cena da seguinte forma:

(...) O Lorde Vazio era um deus poderoso, mais forte do que qualquer um dos outros deuses acordados naquele tempo, possivelmente tão forte quanto Guthix é, e Zamorak não era nada a não ser um mortal: um guerreiro Mahjarrat, é verdade, com toda a força e o poder que lhe são conferidos, mas ainda assim um mortal, mas ver ele lutar, você não pensaria dele como 'meramente' algo... ele era a guerra em si! Com golpes e mais golpes ele choveu em cima do Lorde Vazio e até as paredes do castelo tremiam e se agitavam com o poder deles, mas o Lorde Vazio não cairia! Mesmo com a arma de um deus encravada nas suas costas, ele continuou lutando, e com cada golpe nossa vitória parecia menos e menos certa... (...)

A batalha chega no seu clímax quando Zaros agarra Zamorak pelo pescoço e começa a estrangulá-lo. A batalha parecia perdida para os rebeldes. Porém, num milagroso golpe de sorte, Zaros tropeça sobre Zamorak e o Cajado de Armadyl, que ainda estava atravessado nas costas de Zaros, impala os dois, transferindo uma fração dos poderes divinos de Zaros para Zamorak. Viggora descreve a cena:

(...) então um milagre aconteceu. Ou sorte. Ou justiça natural.

Você pode chamar da maneira como quiser, mas as mãos do Lorde Vazio estavam envoltas firmemente na garganta de Zamorak. Lorde Zamorak, chutando e gritando desafiadoramente e radiante em seu ódio até o fim, se jogou sobre o Lorde Vazio, que pareceu perder seu equilíbio um pouco e caiu de tal maneira que o Cajado penetrou mais profundamente em seu corpo, mas também impalou Lorde Zamorak com ele ao mesmo tempo...

(...) e então nada. Houve um rápido lampejo de luz, e então um repentino piscar de escuridão fria, e havia acabado.

Zamorak estava sobre o Lorde Vazio que estava lentamente... desaparecendo de existência...

E conforme ele desaparecia, parecia que... parecia até que Zamorak se tornava mais real, mais sólido do que ele era antes... (...)

Zaros então desaparece lentamente dessa dimensão, enquanto Zamorak parecia se tornar cada vez mais real. Antes de desaparecer, porém, Zaros roga uma praga a todos os envolvidos naquela rebelião. Os Mahjarrat, demônios e vampiros, por serem criaturas de natureza mágica, não são afetados pela maldição mas todos os humanos envolvidos no roubo do Cajado e na rebelião são atingidos e se transformam em fantasmas, incapazes de serem vistos, ouvidos, percebidos ou de morrerem. Valdez, Rennard, Kharrim, Lennissa, Dhalak e Viggora, os humanos envolvidos, foram atingidos pela maldição e até hoje vagam pelo mundo na forma de fantasmas.

Após a Rebelião

Após sua derrota, o espírito de Zaros vagou pelo Multiverso por milhares de anos, estabelecendo-se em Freneskae. Nesta forma, Zaros estava completamente enfraquecido, não podendo pensar ou perceber o mundo à sua volta.

Os deuses, horrorizados pelo fato de um deles ter sido derrotado por um mortal, banem Zamorak de Guilenor. Pouco depois, porém, Zamorak completa sua transformação em um deus e retorna triunfalmente para Guilenor, recebido pelos seus seguidores. Ele e Saradomin fazem então uma aliança para destruir o remanescente do império de Zaros e apagar sua memória do mundo. As forças conjuntas de Saradomin e Zamorak destruíram pouco a pouco todas as cidades, fortalezas e templos do império Zarosiano. Ullek, a cidade do deserto, a região da atual Terra Selvagem e todas as fortalezas que formavam o império foram reduzidas a ruínas.

Porém, aqueles que permaneceram fiéis a Zaros ofereceram poderosa resistência contra os invasores. Liderados pelo mais fiel seguidor de Zaros, o Mahjarrat Azzanadra, a resistência Zarosiana se provou uma verdadeira pedra no sapato dos aliados. Azzanadra sozinho massacrou o exército de Zamorak liderado pelo poderoso demônio Thammaron, general do deus, que havia sido enviado para destruir Ullek. O Mahjarrat chegou a ser considerado imortal pelos seus inimigos até que vários magos saradoministas e zamorakistas se juntaram e conseguiram aprisionar a essência de Azzanadra em quatro diamantes, prendendo-o na pirâmide de Jaldraocht e espalhando os diamantes pelo mundo em seguida.

Porta dos deuses

A entrada da Prisão Antiga, onde o último exército de Zaros está aprisionado.

Com Azzanadra fora do caminho, o resto do império ruiu rapidamente sem liderança. A última a cair foi a poderosa capital, Senntisten, que resistiu por mais de 3,000 anos até o ano 3740 da Terceira Era, quando enfraquecida por um ataque conjunto das forças Saradoministas, foi conquistada pelo exército de Zamorak. Posteriormente, ainda foi conquistada e completamente destruída pelos Saradoministas, que construíram sobre Senntisten a cidade de Saranthium, com o propósito de encobrir todos os vestígios da capital Zarosiana.

Dentro da Masmorra das Guerras Divinas, a última batalha que aprisionou de vez o último exército ainda fiel a Zaros foi travada. O general deste exército era uma das criaturas mais temíveis e poderosas a jamais caminhar na face da terra: a 

Nex

Nex

destrutiva e mortífera Nex. Nex era uma máquina de guerra tão poderosa e indestrutível que foi preciso uma aliança entre os principais exércitos e generais dos quatro deuses - Zamorak, Saradomin, Armadyl e Bandos - para simplesmente aprisionar Nex e seu exército dentro da Prisão Antiga, selada com uma porta com os símbolos dos quatro deuses dentro da masmorra. Hoje, a Prisão pode ser acessada se o jogador conseguir as quatro partes que formam a chave congelada, que dá acesso à Prisão Antiga e, consequentemente, à própria Nex.

Atualmente, sabe-se que Zaros está usando uma poderosa fonte de energia e seu retorno é planejado para em muito em breve.

Retorno

Há muito tempo vem sendo sugerido pela Jagex que Zaros retornará em breve. Há muitos anos o retorno do Lorde Vazio foi anunciado pelo Elemental do Caos através da frase "bizarre boron swell", que é um anagrama para a frase em inglês "Zaros will be reborn" (Zaros vai renascer).

Altar de Zaros

O altar de Zaros e o portal de comunicação em Senntisten

Durante a missão Um Templo em Senntisten, o jogador coleta três itens para dar ao Dr. Nabanik, que na verdade é o Zarosiano Azzanadra disfarçado, usados para contatar Zaros. Os itens criam uma conecção entre o templo e a dimensão onde Zaros está localizado, permitindo a comunicação. Essa conexão é apenas o começo do que pode acontecer quando Zaros estiver completamente renascido.

Imediatamente após o término da missão, um filme mostra o portal abissal, que controla o limite entre todas as dimensões, perdendo o controle, mas felizmente um mago consegue controlá-lo, impedindo que o universo entre em colapso. O filme também mostra um terremoto que quebra uma estátua de Zamorak no Templo do Caos. Os monges de Zamorak ficam furiosos e suspeitam que é a culpa de Saradoministas mas na verdade fica implícito que o terremoto fora causado por Zaros, prova da influência que o deus vem conquistando sobre o mundo recentemente e seu iminente retorno.

Atualmente, o Retorno de Zaros está previsto para uma missão futura onde o Portal do Mundo será aberto, por onde o Lorde Vazio irá retornar. Azzanadra acredita que Senntisten será o lar do deus do controle após a sua chegada, conforme as comunicações que ele tem com o deus. Zaros está decidido á incluir ativamente o jogador nos seus planos, e acredita que ele seja essencial para alcançar seus objetivos; assim, o sucesso de Zaros pleno, depende em grande parte das decisões do jogador.

Em uma frase de Mod Osbourne, fica implícito que Zaros pode participar de futuros Eventos Mundiais.

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