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Vale de Guilenor

Vale visto no vídeo As Origens de Guilenor.

A História de Guilenor é um dos elementos principais que compõem a jogabilidade de RuneScape, sendo narrada e vivenciada, principalmente, através de Missões, mas também através de Eventos Mundiais. Ela abrange seis eras muito distintas (cerca de 12,000 anos no total), divididas por eventos relevantes na história das civilizações do planeta. Tais eventos podem ser exemplificados como a descoberta da essência rúnica, o início da Guerra dos Deuses ou a morte do deus Guthix. Atualmente, estamos no ano 5 da Sexta Era, transitando pelo Memorial a Guthix, assim como as consequências de sua morte.

Embora a história do mundo como o conhecemos comece na Primeira Era com a chegada de Guthix, essa dimensão já existia antes desse período, em uma era parecida com a nossa pré-história, conhecida como os Dias Antigos.

Os Dias Antigos - A Criação

Artigo principal: Os Dias Antigos

O termo é designado para se referir ao período anterior à Primeira Era. Trata-se de uma época misteriosa sobre a qual pouco se sabe. O que é certa é que o universo era habitado pelos Deuses Anciões, os primeiros verdadeiros deuses de Guilenor. Até meados da Sexta Era, a única evidência material desses deuses foi a Pedra de Jas, deixada aqui e encontrada por Guthix quando ele chegara em Guilenor. Segundo Guthix, nenhuma outra raça ou ser habitava Guilenor no tempo de sua chegada, e o mundo era um lugar "vazio", descrito como barrento e sem vida. Entretanto, provou-se na Sexta Era que raças já habitavam Guilenor nos Dias Antigos, e não foram notadas por Guthix por conta de suas naturezas subterrâneas, sendo estas os dragonkin e os Tzhaar.

Primeira Era - O Descobrimento

Artigo principal: Primeira Era
Pedra de Jas

Pedra de Jas

O início da Primeira Era é marcado pela chegada de Guthix nesta dimensão; segundo a lenda, na forma de uma borboleta. Guthix encontra esta dimensão "vazia", sem nenhum habitante conforme ele próprio a descreve, e a modela de acordo com sua vontade, criando o mundo como o conhecemos hoje e batizando-o de Guilenor, para tal, ele faz uso da Pedra de Jas. Em seguida, Guthix dá origem a portais que servem como entrada para outras raças, a partir dos quais chegam os humanos, elfos, anões, gnomos, e muitas outras raças; pacíficas ou não.

Após dar forma e habitação a superfície de Guilenor, Guthix entra em um estado de hibernação em câmaras conhecidas durante os eventos da missão d'O Despertar do Mundo enquanto novos deuses de diferentes planos chegavam, dando fim à Primeira Era .

Segunda Era - O Domínio

Artigo principal: Segunda Era
Zaros

O Lorde Vazio.

A Segunda Era é fortemente associada ao deus Zaros. Também é a era dourada desse deus, que dominou a maior parte de Guilenor até ser traído por Zamorak. A Segunda Era se expande desde o momento em que Guthix se retira para hibernar até a semi-morte de Zaros pelo seu general.

Conforme novos deuses chegavam, eles reuniam seus próprios seguidores e dominavam suas terras. Dentre todos, Zaros era inquestionavelmente o mais notável, com o maior e mais poderoso império que o mundo já vira além de um imenso número de seguidores. Entretanto, após milênios de hegemonia sobre o mundo, seu general Zamorak, que na época era um Mahjarrat e portanto, mortal, consegue a posse do Cajado de Armadyl, após uma série de eventos envolvendo roubos, assassinatos e conspirações. O cajado era um artefato muito poderoso, que conferia poderes quase divinos a quem o usasse.

Em posse do cajado, Zamorak conspira contra Zaros juntamente com aqueles que lhe eram fiéis em seus planos de tomar o lugar do Lorde Vazio. Enquanto seus aliados distraem os guardas do inimigo, ele batalha pessoalmente contra o poderoso deus, no que culmina com o Cajado de Armadyl empalando ambos, transferindo uma fração dos poderes de Zaros para Zamorak (tornando-o um deus) e obrigando Zaros a deixar sua forma física, e consequentemente, Guilenor

Com a derrota de Zaros, Zamorak e Saradomin juntam forças para destruir o remanescente de seu império, aniquilando toda a resistência dos seguidores de Zaros. Eventualmente, Zamorak se volta contra Saradomin, dando início às Guerras Divinas.

Terceira Era - A Guerra dos Deuses

Artigo principal: Guerras Divinas

A Terceira Era, período das Guerras dos Deuses, durou aproximadamente 4,000 anos, desde a traição de Zaros por Zamorak, até o fim das Guerras e a criação dos Mandamentos de Guthix. Embora Saradomin, Armadyl, Bandos e Zamorak tenham sido os principais deuses participantes das Guerras, muitos outros deuses também influenciaram as batalhas.

Entrada da masmorra da guerra dos deuses

Entrada da Masmorra da Guerra dos Deuses, importante centro de batalha na 3ª Era

Após aproximados 4,000 anos de guerra constante, Guilenor chegou à beira do colapso e destruição completa. Guthix, acordado pela força do conflito, olhou para o mundo e viu a devastação causada pelas Guerras Divinas. Enfurecido, ordenou o fim imediato do conflito e criou os Mandamentos de Guthix. De acordo com os mandamentos, os deuses não mais poderiam andar na terra nem influenciar diretamente nos assuntos dos mortais a não ser através de seus seguidores. Se algum deus tentar afetar diretamente o equilíbrio do mundo, um específico rito antigo de seguidores de Guthix o acordariam através de um ritual e então ele remodelaria o mundo como ele jamais fora, destruindo a superfície como o conhecemos no processo. Pelo Panteão Menaphita ser constituído por deuses menos poderosos, foi permitido que ficassem em Guilenor.

Em seguida, Guthix desceu para cavernas profundas, para o que hoje se conhece como as cavernas dos pântanos de Lumbridge trazendo com si a Pedra de Jas. Enquanto ele se sentava e lamentava pelo dano feito ao mundo, ele percebeu que as próprias rochas ao seu redor começaram a chorar com ele, pois absorveram propriedades de anima mundi das lágrimas de Guthix. As lágrimas continham imenso poder, então Guthix nomeou como guardiã da caverna das lágrimas a serpente Juna, para que impedisse o uso delas pelo mal. Por fim, ele escondeu a Pedra de Jas e voltou a seu estado de hibernação, no qual permaneceu até sua morte por Sliske.

Quarta Era - Os Mortais

Artigo principal: Quarta Era
Mina de essência rúnica

Mina de essência rúnica

A Quarta Era, também conhecida como era dos mortais, durou aproximadamente dois mil anos, desde o fim das Guerras Divinas até a descoberta da essência rúnica.

Com o fim das Guerras, as raças mortais finalmente puderam se estabelecer e prosperar. Livres das vontades e ambições dos deuses, humanos, gnomos, elfos, ogros e todas as outras raças puderam criar suas vilas e cidades e crescer. Houveram, porém, muitas batalhas por território e recursos entre as raças. Durante o início da quarta era, a maioria dos humanos vivia em tribos nômades que lutavam não só entre si como também contra tribos de outras raças pela sobrevivência e hegemonia sobre as demais raças. Com o passar do tempo, os humanos começaram a fazer mais assentamentos permanentes por todo o mundo, embora as batalhas contra as outras raças não tenham cessado. Foi nessa era que os elfos entram em guerra civil. Antes disso, essa raça tinha um reino próspero situado na atual Kandarin, mas quando o clã Iorwerth trai os demais clãs élficos e toma controle sobre a majestosa cidade de Prifddinas, o reino élfico em Kandarin entra em colapso e os elfos retornam para seu local de origem em Tirannwn, se isolando das demais raças.

Existem muitas lendas, contos e poemas deste período que contam sobre as façanhas de muitos heróis tais como Roberto, o Forte, que se destacou por matar muitos dragonkin, e Arrav de Avarrocka. Nenhuma raça chegou a ter domínio sobre as demais, até que os magos humanos da atual província de Fremennik encontraram por acaso o local de origem da essência rúnica. Esses magos aprenderam como criar pedras mágicas poderosas conhecidas como runas a partir da essência e com elas, executar magia, então começaram a criá-las em larga escala. A confecção das pedras rúnicas se tornou um segredo bem guardado, conhecido somente por poucos magos para que a informação não caísse em mãos inimigas. Estas pedras significavam que muitas pessoas - não apenas magos talentosos - podiam usar magia poderosa. Praticamente qualquer pessoa com um pouco de habilidade mágica podia fazer algo com as runas e, assim, os humanos começaram a dominar todo o mundo. A descoberta da essência rúnica e a habilidade de criar runas e dominar a magia marcam o fim da Quarta Era e o começo da era atual.

A Quinta Era - A Era dos Humanos

Artigo principal: Quinta Era
Jogador cabeça
Os assentamentos humanos se tornaram grandes e prósperas, formando grandes cidades. Eles expandiram seus territórios e as tribos humanas se combinaram para formar grandes reinos. Com a vantagem que a magia lhes dava, reinos humanos como Misthalin e Asgarnia cresceram rapidamente até se tornarem os reinos que são hoje. Os magos que descobriram as runas mágicas estabeleceram uma grande torre de magia no sul de Misthalin destinada para o estudo e preservação do segredo da criação das runas. Logo, essas runas foram espalhadas pelas tribos humanas vizinhas e o reino humano de Kandarin surgiu.

Por algum tempo, as coisas pareciam ir bem para os reinos humanos, que prosperavam com as runas e o domínio da magia. Porém, um grupo de bárbaros proveniente da província de Fremennik que eram contra o uso de magia pois, segundo eles, era um poder digno apenas dos deuses e não dos mortais, iniciou uma campanha militar com o objetivo de impedir que os humanos continuassem a fazer uso de magia. Os bárbaros destruíram um a um todos os altares de criação de runa, deixando-os da maneira como permanecem até hoje na forma de ruínas misteriosas. Os bárbaros também chegaram a destruir a arena de treinamento de magia ao norte de Al Kharid, a qual só foi re-construída recentemente. Finalmente, o avanço bárbaro perdeu força e eles se instalaram na atual Aldeia Bárbara (Gunnarsgrunn) a oeste de Varrock, mas o estrago já estava feito. Para piorar, durante um concílio na torre dos magos onde os magos mais poderosos e que detinham todo o conhecimento da criação de runas estavam presentes, um grupo de zamorakistas atacou a torre e criou um incêndio que a destruiu, sobrando apenas ruínas. Os magos foram mortos e a biblioteca da torre foi queimada. Com eles, todo o segredo da criação de runas foi perdido.

Felizmente, sobraram muitas runas pelo mundo. O suficiente para que os reinos existentes pudessem se defender adequadamente dos invasores, embora não quisessem mais despender runas para expandir suas fronteiras. Deste modo, o mundo ficou em equilíbrio relativo pelos anos seguintes. Atualmente, é o ano 169 da Quinta Era, a torre dos magos foi reconstruída recentemente sobre as ruínas da antiga e seus habitantes procuram descobrir novamente o segredo perdido da criação de runas. É nesse ano que um aventureiro (o jogador) ajuda os magos da torre a redescobrirem o segredo perdido e ganharem acesso novamente à mina de essência rúnica.

Foi na Quinta Era também que um grupo de humanos da província de Fremennik descobriu Kalaboss, uma península no litoral leste da Terra Selvagem. Acredita-se que na masmorra mais profunda de Kalaboss guarda-se um profundo e sombrio segredo; um poder que despertou a atenção do Mahjarrat Bilrach, responsável pela construção das masmorras de Kalaboss em algum momento da Quarta para a Quinta Era.

A Sexta Era - A Segunda Guerra dos Deuses

Artigo principal: Sexta Era
Guthix morte

Guthix é morto por Sliske.

A Sexta Era é um período da história do RuneScape, dando sequência cronológica da Quinta Era. É marcada pelo retorno dos deuses, após a quebra dos éditos construídos por Guthix, que bloqueavam a entrada deles em Guilenor. Guthix é morto por Sliske. A Sexta Era começa logo depois da missão Missão O Despertar do Mundo, com Guthix sendo morto pelo Mahjarrat Sliske e dando alguns conselhos ao jogador antes disso. Agora que Guthix está morto, os éditos foram quebrados, possibilitando a entrada dos deuses em Guilenor.

Durante a Sexta Era, as intrigas entre os deuses puderam recomeçar. Houveram batalhas entre os deuses, como a Batalha de Lumbridge e uma luta em Faladore. Foi criada a competição de Sliske, a qual basicamente era uma carnificina entre os deuses. Quem deu o pontapé inicial na disputa foi Armadyl, ao matar Bandos em Asgarnia.


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