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Festival de Enigmas II (2010)

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O Festival de Enigmas é um evento especial que existe desde 2009 onde os jogadores tem que resolver enigmas. O festival de 2010 começou no dia 20 de agosto quando foi postado nos fóruns o primeiro enigma e o primeiro capítulo do livro de Duque Horácio de Lumbridge.

Lista de Capítulos do Livro.Editar

  • "Lumbridge - Cidade Proibida" (20/08/2010)
  • "Operação Flecha Quebrada" (21/08/2010)
  • "A menina que Brincava com Runas de Fogo" (22/08/2010)
  • "Entre a Torre e a Adaga" (23/08/2010)
  • "A Farsa de Prometeu" (24/08/2010)
  • "Anjos e Demônios Inferiores" (25/08/2010)

RecompensaEditar

  • Lupa (somente quem não a recebeu em 2009)
  • Camisa de Investigação
  • Calças de Investigação
  • Chapéu de Investição
  • Livro Misterioso

O traje de investigação é recuperado com Diango, em Draynor. O livro pode ser recuperado com Roddeck, em Lumbridge.

História do LivroEditar

"Lumbridge - Cidade Proibida."Editar

O sol começava lentamente a sumir no horizonte, trazendo o fim de mais um dia tranquilo em Lumbridge.

Eu estava fazendo algumas modificações finais no diário que escrevia quando ouvi o som de alguém batendo da porta de entrada de minha humilde residência.

Cautelosamente, abri uma fresta na porta e olhei para ver quem era. Para minha surpresa, contudo, não havia ninguém. Seja lá quem tivesse batido à minha porta não estava mais lá. Em seu lugar, apenas encontrei um grande envelope pardo pregado na minha porta.

O envelope estava selado com uma cera vermelha com um grande emblema estranho. Com cuidado, levei o misterioso envelope para dentro de minha casa.

Abrindo lentamente, encontrei um pedaço de papel de pergaminho dobrado, que parecia ter sido escrito às pressas.


Fui avisado para entrar em contato com você, caso sentisse que estou em perigo, pois sei que é de confiança.

Algo muito valioso está sendo ameaçado por ganância e por pessoas de más intenções. Isso não é uma brincadeira de mau gosto – posso lhe afirmar isso. Realmente preciso muito de sua ajuda.

Inclui um enigma que você deve solucionar. Na solução deste mistério está a minha real identidade e revela uma lista de objetos que você deve levar em sua mochila para que eu possa lhe reconhecer meio a uma multidão. Preciso ter absoluta certeza de sua identidade e capacidade de resolver enigmas. Você me entende, não é?

Explicarei tudo com mais detalhes quando nos encontrarmos pessoalmente num lugar mais seguro.

Não confie em ninguém!

Eu tinha certeza que isso me cheirava a problema, mas, por curiosidade, não pude resistir. Então, lá estava eu, abrindo o tal papel de pergaminho com o enigma...

Esperava ver algum tipo de anagrama, um quebra-cabeças, algum código para quebrar, mas confesso que fiquei um pouco chocado com o que encontrei...

Operação Flecha Quebrada"Editar

... Assim que cheguei a Varrock, o sol estava começando a se pôr no oeste.

A cidade me parecia um lugar muito estranho: metade uma favela semiabandonada e outra metade rica e repleta de comércio. À medida que fui andando na rua principal em direção ao centro, vi desabrigados corcundas nos becos enquanto os nobres tentavam ignorar a presença deles quando iam passando.

O contato que encontrei anteriormente havia me informado sobre um grupo secreto que estava protegendo um antigo tesouro. Eles usavam pistas e enigmas para esconder a localização desse tesouro de outras organizações, para que elas não fossem capazes de encontrá-lo e roubá-lo. Não tinha muita certeza por que acabei me envolvendo nessa história, mas agora tinha que ajudá-lo.

Fui enviado para encontrar com outro membro dessa sociedade secreta. Quando me dei conta, estava do lado de fora da loja dele e, enquanto os comerciantes estavam começando a arrumar e empacotar os seus produtos me vi na loja completamente vazia.

Olhei para o lado e vi outro recinto, com a porta ligeiramente entreaberta... E uma pequena poça de líquido vermelho vazando por debaixo da porta.

Encostei-me à porta e a abri mais um pouco para tentar ver melhor. Dentro, perto de uma grande mesa, um homem estava deitado de bruços, com os braços esticados. Numa mão, segurava uma estranha estátua, na outra, uma balestra. A poça de líquido vermelho vinha debaixo do peito do homem. A sala tinha sido completamente revirada, com arcas e gavetas todas escancaradas; alguém tinha ido obviamente procurar por algo.

Abaixei-me, odiando a ideia de chegar mais perto do cadáver, e puxei a estátua da mão do homem. A estátua foi esculpida numa pedra barata e tinha uma figura encapuzada meio mal feita, feia, com um livro na mão. Na base dela, uma inscrição antiga dizia: “O segredo está dentro.” Toquei a estátua novamente e tive uma ideia...

Com toda a minha força, arremessei a estátua contra o chão rígido e a estátua se partiu um mil pedaços; entre eles, encontrei dois pedaços de papel de pergaminho muito bem dobrados.

"A Menina que Brincava com Runas de Fogo"Editar

... O museu parecia um lugar completamente diferente à noite. As armaduras erguidas pareciam guardiões silenciosos prontos para proteger contra possíveis infratores, como eu; e a lua cheia lá fora gerava longas sombras nos diversos mostruários, criando um labirinto de sombras no chão. As dicas na estatueta, que meu contato tanto protegeu, me trouxeram aqui e logo encontrei o que procurava: dois blocos escondidos em locais diferentes.

Ao me aproximar da janela em busca de mais claridade, ouvi passos vindos das escadas. Rapidamente, me escondi atrás de um dos mostruários, esticando minha cabeça levemente para tentar ver quem estava lá.

Uma figura usando uma capa escura e capuz apareceu. Pude ver que essa pessoa segurava uma estranha adaga e observava o ambiente atentamente procurando por algo... Não. Algo, não. ALGUÉM!

A silhueta se aproximava cada vez mais, eu sabia que se eu me movesse, a pessoa ia me escutar e, como não estava armado, não conseguiria sair daqui com vida. Estava numa cilada. Foi então que ouvi outros passos se aproximando da sala.

Um brilho relâmpago de uma luz verde, um grito perplexo e o som de alguém caindo ecoou no salão. Saí prontamente do meu esconderijo e vi a figura encapuzada capturado no chão; e uma jovem com as mãos cheias de runas e chapéu vermelho aparecia perto da porta.

“Vamos!” ela gritou. “Nós temos que sair daqui antes do feitiço passar!”

Nós saímos correndo pela porta de trás do museu, passando pelos becos escuros de Varrock até chegarmos uma casa inacabada.

“Aqui nós devemos estar seguros por agora. Você precisa solucionar o próximo enigma, rápido!”, a moça me pedia quase engasgando com a respiração.

Peguei os blocos da minha algibeira e os examinei mais de perto:

Cada bloco tinha um enigma de lógica individual

"Entre a Torre e a Adaga"Editar

... Depois de ter solucionado as pistas dos blocos, sabia que deveria fazer um pouco de pesquisa na cidade de Faladore e Megan me disse que tinha escondido outra pista no Castelo de Faladore.

Fiquei sabendo que Megan era neta de um dos membros da sociedade secreta e que ela ficou incumbida da tarefa de proteger “o grande segredo”. Ela me parecia ser de confiança e eu precisava de ajuda.

Ela me direcionou para o majestoso Castelo de Faladore e ao topo de uma das torres. Lá, a estátua de um cavaleiro tinha uma visão geral aérea de toda a cidade.

“Pronto. Agora me ajude com isso aqui”, disse Megan, com um sorriso maroto estampado no rosto.

Ela começou a tentar retirar algo que cobria a inscrição na base da estátua. À medida que eu ajudava uma fina camada de bronze acabou sendo revelada...

Contudo, assim que comecei a examinar a inscrição em relevo, um alçapão da torre abriu rapidamente e dele surgiu um homem, um tanto simplório, com uma ridícula camisa colorida.

“O segredo será nosso”, disse ele, tirando a estranha adaga da bainha escondida. Ele era o mesmo homem que tentou nos matar em Varrock. Ele deve ter encontrado algum jeito de nos achar.

Estávamos encurralados novamente, sem ter para onde correr. Quando o assassino se aproximava de nós, eu olhei para baixo na beirada da torre e pensei um ousado plano de fuga.

“Você confia em mim?”, perguntei a Megan, um curto aceno com a cabeça indicando que ela concordava foi o bastante para encorajar minhas ações. Segurei-a pelo braço e juntos pulamos da torre. A pressão do ar em nosso corpo era apavorante, mas nem tão assustadora quanto a pressão da água gelada do fosso que contornava o castelo. Puxei Megan para mais perto de mim e começamos a nadar, desesperadamente, até chegar à margem e escalar para alcançar a superfície.

Quando finalmente chegamos a um local seguro, eu examinei o pedaço de bronze que tínhamos descoberto;

"A Farsa de Prometeu"Editar

... No trajeto para Al-Kharid, o sol aquecia minha pele. A viagem havia começado dias antes, e nós íamos pensando nos enigmas que nos levaram até ali. Depois de termos escapado do homem que nos perseguiu em Faladore e Varrock, eu e Megan estávamos prestes a descobrir o significado daquilo tudo. Quando chegamos, Megan me disse que tínhamos que nos encontrar com um contato, uma pessoa que o avô dela havia conhecido. Nós nos dirigimos a uma casa, onde Megan abriu as cortinas da porta e entrou, fazendo sinal para que eu a seguisse. Lá havia uma mulher, sentada, segurando uma caixa enfeitada.

“Finalmente você chegou”, ela disse, em tom cordial.

“Há muito tempo, um grupo de pessoas vêm guardando um antigo tesouro - um tesouro tão importante que balançaria as estruturas do poder em Guilenor. Ele está guardado em um lugar secreto, mas agora esse segredo corre o risco de ser revelado pelas pessoas que os perseguem”.

Dizendo isso, ela me entregou a caixa enfeitada que segurava.

“Você foi escolhido por causa de seu talento para desvendar enigmas. Precisamos que você descubra onde este antigo tesouro está guardado, destrua as pistas que encontrou e escreva outras. Não podemos permitir que seus perseguidores ponham as mãos nas pistas que levam ao tesouro. Como em suas aventuras você demonstrou ser uma pessoa digna de confiança, estamos dando a você essa tarefa.” Em seguida, a mulher apontou para a caixa, dando a entender que eu devia abri-la.

Quando a abri, encontrei uma antiga tabuleta dentro...

"Anjos e Demônios Inferiores"Editar

... O soco que dei no queixo do inimigo fez com que ele caísse desmaiado. Nesse momento, segurei Megan pelo braço e escorregamos por uma montanha de moedas de ouro, escapando por pouco dos destroços do teto da tumba, que começava a desmoronar.

Os pedregulhos que caíam faziam com que os tesouros se espalhassem por todos os lados, enquanto fugíamos abrindo caminho entre ouro e joias. Quando chegamos à saída, descobrimos que uma grande estátua a obstruía. Ao olharmos para trás, vimos o homem que havia nos perseguido desde Varrock se aproximar, desviando-se dos obstáculos, com o queixo todo ensanguentado. Praguejando, eu tentei remover a estátua com toda minha força, mas percebemos que não escaparíamos a tempo. Megan pegou então uma espada dourada que encontrou por perto. Nessa hora, achei que ela tentaria, em vão, usar a espada para atacá-lo, mas, em vez disso, ela a atirou na direção dele. Mas ele se desviou, e a valiosa espada caiu em um monte de areia. Com uma risada maligna, o homem pegou a espada e a empunhou de forma ameaçadora.

“Você não mirou bem, garota estúpida”, gritou ele, triunfante.

“É verdade”, respondeu Megan, com um sorriso malicioso no rosto. Ela já tinha visto a sombra de um pedregulho enorme se formar sob os pés dele, e sabia que era questão de segundos para que ela desmoronasse, esmagando-o.

Ele só teve tempo de olhar para a sombra abaixo e depois para cima antes de ser esmagado por uma pedra gigante.

Nós conseguimos mover a estátua que estava bloqueando a saída a tempo de escapar do desmoronamento e fomos para o deserto escaldante.

“O que faremos agora?” perguntou Megan, antes de deixar o corpo exausto repousar nas areias do deserto.

“Agora nós deixaremos esse lugar enterrado em nossa memória”, respondi com tom sério.

“E o tesouro?” perguntou Megan.

“O tesouro está bem onde está. Afinal, nos disseram que ele balançaria as estruturas do poder em nosso mundo”, eu disse, depois de pensar um pouco.

Depois de um suspiro, e com um sorriso cansado no rosto, Megan se levantou e, juntos, começamos nossa jornada de volta a Al-Kharid.

Fim

Duque Horácio de Lumbridge

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